Revista Espírita - Jornal de estudos psicológicos - 1859

Allan Kardec

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Quando evocamos um parente ou amigo, seja qual for a afeição que tenhamos conservado em relação ele, não nos devemos empolgar por esses lances de ternura que pareceriam naturais depois de uma separação dolorosa. Por ser calma, a afeição não é menos sentida e pode ser mais real do que aquela que se traduz por grandes demonstrações. Os Espíritos pensam mas não agem como os homens. Dois Espíritos amigos se veem, se amam, sentem-se felizes por se aproximarem, mas não têm necessidade de se atirarem nos braços um do outro. Quando se comunicam conosco pela escrita, uma boa palavra lhes basta e lhes diz mais do que frases enfáticas.

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