O céu e o inferno ou a justiça divina segundo o Espiritismo

Allan Kardec

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2. Ao ver a calma de certos mortos, e as terríveis convulsões de agonia de outros, já se pode julgar que as sensações não são sempre as mesmas; mas quem pode informar-nos a esse respeito? Quem nos descreverá o fenômeno fisiológico da separação da alma e do corpo? Quem nos dirá as impressões nesse instante supremo? Sobre este ponto a ciência e a religião são mudas.

E por que isso? Porque falta a ambas o conhecimento das leis que regem as relações do espírito e da matéria; uma se detém no limiar da vida espiritual, a outra no da vida material. O Espiritismo é o traço de união entre as duas; só ele pode dizer como se opera a transição, quer pelas noções mais positivas que ele dá da natureza da alma, quer pelo relato daqueles que deixaram a vida. O conhecimento do laço fluídico que une a alma e o corpo é a chave deste fenômeno, como de muitos outros.

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